quarta-feira, 31 de julho de 2019

Tudo óquêi em Casa de Mãe Joana


         
Tudo oquêi em casa de Mãe Joana

I – Preambulinho
Tudo, e oquêi também, tudo começou no fim. Não, no fim não, no meio de toda atrapalhada ali na casa dela. Descobri isso. Eu, Doutor Abobrinha, aparentado com os nobres usineiros Jerimuns, eu descobri antes a atrapalhada ali no pedaço; posteriormente descobri ainda que havia mais algo errado. ? Aqui. Aqui dentrão de mim. Seria algo desse tipo de algo que se pode dizer mostrar expor, exportar quem sabe, e quem sabe a embolsar um dinheirinho extra; pois a coisa anda dura, não é mole não pro lado de : carestia gastos desconhecimentos abusos e no fim o fim – a dívida. Mas não ando a racionar como o homem comum, meu desafeto de estimação, o qual e para o qual tudo vira dinheiro. Não. Raciocinando em termos de vantagens sim, ganho cultural; desse saber que as traças não roem. Cultura. Agora, ainda não pensei bem para que serve cultura; e não creio na besteira em mexer nessa caixa de marimbondos agora, depois: deixo pra depois, depois que terminar esta obra. Digo afirmo confirmo e garanto eu Doutor. De todo este tró-ló-ló fica o seguinte: eu existo, a Mãe existe, a Casa existe. Não existe, isto sim, um entendimento meu do anuviamento no lar vizinho. O destrinchar isto é meu intento.

II – O que procurar, será o oquêi?
Que tem, tem. Não sabendo minha sapiência o que tem. Tem alguma coisa errada nesse oquêi, ok? Prossigamos. Têm os familiares, assinzinho de comuns, portanto normais (fica ‘normaisaté os filósofos se contentarem se entenderem no desentender e conceituar comum e normal). Sim tem eles e em cada capítulo desta novela mostro, eu Abóbora, um deles, a poder configurar bem; bem aqui resvalando na mesma problemática da oposição comum-normal. Deixemos essa porcaria de pleno pra e vejamos um agora. Tomo a Mãe, a Casa não, esta é personagem do próximo capítulo. Ela é bonita e trabalhadeira, vive anos na labuta, sempre temerosa que nós literatos não avaliemos a contento não sabendo o quanto trabalha; por isso se esfalfa mais e mais e prova por a+b ser dura na queda, trabalhadeira sim ao extremo. Não fosse assim, com seu labor e o dinheiro que traz para casa, a Casa teria rolado despenhadeiro abaixo, em não sobrar pedra sobre pedra! Trabalha compõe põe repõem o necessário, igual o chefe de família. Isso – é o machão de casa. Porém cobra. Cobra... ah, Deus me livre. Investe boqueja fala discute vence. Todos se calam. Não sei se envergonhados enrubescidos destrambelhados no compor. Assim harmoniza elona seu pedaço. Elona é petitica. Metro e qualquer coisa todavia não é fina, meio rechonchuda e tem sua graça, senão beleza. É um tipo que grita brabo. Pega no dos membros familiais no olho por olho dente por dente. Apesar, de jeito nenhum fica a azucrinar os seus as vinte e quatro horas; não: trabalha dia inteiro fora e tem o costume de dormir também (dizem os vizinhos de , não os daqui, os doutro lado, que ronca; deve ser intriga da oposição). Não azucrina enquanto trabalha e dorme, não deve dormir no serviço ou tomaria a conta levando em conta a fome do desemprego, dormir aqui é aqui ao lado em casa dela, entendamo-nos. De fato, enquanto trabalhando ou a dormir não pega no de ninguém no lar, sim deve dar uns coices ou rosnar ao cobrador esposo, não afirmo ou inventaria. A verdade é falar muito e exigir muito mais dos seus; e lamentar bastante. Suponho deva ter sua razão como tenho eu Doutor a minha e ver ou sentir um errado em todo certo deles. Sim deve ter razão a ralhar, sai enfurecida, volta mais calma da cidade e retoma a revolta. Assim é esse personagem forte desta fraca novelinha. Por quê? imagino eu, Ela também deve semelhantemente fazer essa pergunta à Casa.

III – A Casa, em disputa no concurso de valor com Ela
Ela, não a casa, Ela é Joana. A Casa é um ‘Deus me acuda’ impossível detalhar, detalhar! quem se arriscaria pormenorizar a Casa e se candidatar a ficar no azar em escrever pelo resto da vida a respeito... Não. Tratemos por alto. Por alto digo, abobrando, que ainda não caiu. Por sólida construção? por isso entretanto isso seria o prédio e tratamos aqui da gente. A gente se não entende. Dir-me-iam: ora, Abóbra, que diacho, o mundo não se entende as famílias não se entendem os amigos não se entendem até na palavraamigoque a gente poria melhorconhecido’ e eu Abóbora acresceria ‘conhecido-desconhecido’ – não é assim! (eu: sim) então como quer que a Casa de Mãe Joana se entenda!? Não abusemos da linguagem: quis falar somente conviver. Ora bolas, na cadeia, fora os que se comem e se matam e os que fogem, no presídio não se convive? Claro, nas cidades e na sociedade e nas empresas e até nas famílias. Portanto... Bem. Convivem se esfolam brigam discutem e se riem também, a conviver. Em ponto final a se não mais discutir – estão vivos, são normais. O que (nadinha com ‘oquêi’) o que fere a compreensão é algo que paira no ar... Explico-me. Tem alguma coisa de podre nessa dinamarca de seis cômodos, um dos cômodos é apertadinho e ali puseram a reclamar em particular a mãe da Mãe. Dona Dita choraminga dia inteiro, para quando a filha da mãe volta do serviço. Não é isso que está no ar; estando envolto em bruma, em vozes baixas e quase inaudíveis (à jerimunzada vizinha). E isto a base em que gira esta novela safada. Deixo para o quarto, nada que ver com os compartimentos do prédio, veja-se bem. Digo o capítulo seguinte.

IV – Um membro para melhorar a tormenta joana
Um dos filhos delona, titica assim mas moralmente uma tantadona de grande, um deles chama-se Pedro. Alguém leu as peripécias do Malasartes? Quase assim. Seu trabalho é a desocupação. Entendamo-nos outra vez ou nos perdemos nas perdas da confusão. Em outras palavras, vive ocupado no desemprego; apenas desde que se plantou um de abóbora no quintal – passando pelos cuidados corriqueiros, colheita de cambuquira pra fazer afogadinho, crescimento das abobrinhas, fiscalização para impedir que os vizinhos afanem a abóbora nem deixando a pobre crescer vingar adultar, estando esses profissionais apenas de passagem em nosso quintalão a roubar galinha e arrancar mandioca ainda não no ponto pois em junho que se pode coletar as raízes; nessa dita passagem não podem os vizinhos levarem abóbora! Claro. Desde plantação floração crescimento e quase roubo da abóbora e até secar o pé (da abóbora, não se entende mais subentendidos!) até esse ponto que noto, eu Doutor Abobrinha, que o Malasartes artes pratica, não trabalha. Faz ficha, volta, discute com a genitora, volta ao emprego e não lhe dão o emprego. Tudo bem no Reino do Entendimento? Bem. Entra ano sai ano, desocupado, ou somente desempregado, a esperar o futuro a interrogação a exclamação, numa boa, ele a ficar nas reticências das ignorâncias. Contudo, tudo com... com Ela, Ela paga as contas, não contando com o Pedrinho, que nesta altura é de altura, grandalhão belo vistoso e desempregado. O que tem de novidade nessa novidade? se a novidade se espalha, se houver tal situação por todo País: a economia economiza engolindo vagas, as vagas não aparecem; se aparecem o Malasartes é um orgulhosão – não aceita qualquer; quando oferecem, ou melhor, quando imploram a eleum’ exige ‘dois’ se ofertam ‘doisquerquatro’ e assim fica ocupado tão só na desocupação o rapaz. Porém não tem nada não, Mamãe paga. Aliás paga com quê? com o trabalho delona pequenininha assim. Em quê? quer dizer: no que trabalha, que faz. Não sei, abobrinhamente correto não sei e não é aqui lugar a chatear-me; indago: por que não indagou no capítulo sobre a Mãe! se se perguntasse então ficava mais fácil responder com as coisas frescas na cachola. Responderia daí “não sei”; agora sei menos, sei que traz dinheiro pra casa àqueles safados passarem o dia inteiro a brincar falar em carros e outros concretos do imaginário; é assim com Malasartes, o qual tem muito assunto nessas faltas. Mamãe paga sustenta dá, dá bronca também, dá tudo o que precisam os seus. Todavia não é aqui que reside a dúvida abobrescamente correta. Não, é noutro quesito. Se houver paciência, sabência sei que tem, falo um pouco mais de paciênciaentão destrincharei.

V – Os demais de-menos
De mais, fica como antes no castelo de abrantes, o Malasartes daria a encher um capítulo inteiro, a mais? a menos, pois somente as discussões entre filho e mãe, a Mãe a dizer assim; o filho que entre mãe e filho, mas a ordem dos fatores... não tem um negócio nesse sentido? pois é, não é o Pedro o maior problema, eu abobrando em dar palpite que acho que sim é o maior dos dramas da Casa de Mãe Joana; Joana acha, ao menos faz supor quando sub-repticia aos outros suas reticências, acha ela que os outros tantos quantos lhe dão problema, dessinhos de provocar indigestão e doença corrosiva no estômago; e talvez tenha razão nesse particular. Tem o pequeno, grandão parecendo vareta na adolescência bem empregada (leia-se enchendo o saco dos vizinhos a contento, mesmo das vizinhas e eu abobóro não saber como) esse ainda não lhe descobri o nome, terá é claro, todos temos, desde a plantação a ramificação a floração e a colheitação da abóbora (não todas abóboras, o vizinho da galinha...) até à seca do , quer dizer até hoje, até hoje não sei o nome o apelidoPelado’ e isto não se justificando pois que o vejo vestido na rua, o povo chama assim e o povo tem razão, a voz do povo é a voz de Deus. Também desempregado, no entanto solta lindamente papagaio, que a tevê exige seja ‘pipa’. Ah, conversa belamente e grita o mais sensatamente possível. não berra com os outros irmãos, a saber: o mais velho que fugiu com a mulher do vizinho, não a minha mulher é visto (ou estaria a escrever esta novela e não a chorar!) o mano fugiu sumiu, levou a bela e levou as coisas dele, inclusive o nome e por isso eu Doutor não sei agora; com esse não grita, com o Pedro e o Malasartes grita mais alto, ganha no grito (da Mãe Joana não, fala mais que o menos que é mais pros vizinhos). E tem outros dois membros a pesar na cacunda da Mãe; um é a cadela, a qual nunca disse seu apelido a ninguém contudo é drama à macha da casa em vista comer por dez cadelas das médias e ladrar por umas vinte e , tem visita que resista. O outro membro que come às expensas Delona deixo pra outro capítulo, aqui cabendo apenas a amarrar a composição e o drama, que não é drama da Casa e mais sendo da Joana: é um drama meu, Doutor Abobrinha aparentado dos Jerimuns da nobreza parente. Como a letra está mui espichada, não trato do mesmo por faltar espaço agora; e doutra questão; disso deixo saber: a saber – o enigma da Casa de Mãe Joana, como dito tudo oquêi.

VI – Os outros de fora
Tem mais uma questãozinha pra Mãe resolver, ela não resolve coisa alguma, passa ano entra ano some ano, o seco arreganhado e serve a enroscar o da gente quando a gente vai ao fundo ver se não tem vizinho que leve a galinha, não crio mesmo galinha e nisso não me preocupo, e tem decerto ladrão sim e de dia ao sol não, somente de noite e de noite me tranco no meu tugúrio, violência, o bom mesmo é nós livres ficarmos presos e o vizinho que me afana a mandioca e o faria na abóbora se ainda houvesse, esse fica solto no seu trabalho. Tem sim uma questãozinha. A ‘parentaiáda’, Ela que usa essa expressão de gíria, aliás não versada em Herculano ou Camillo, a Joana fez as primeiras letras tão só. Os parentes vêm mansos desatolar na mesa da casa. A casa? não cai, cai a harmonia dela, mais Dela a qual deve pagar custos comissões comidas conversas, conversas porque parente adora falar. Ela paga com seu trabalho não sei onde, e interessando o dinheiro que é o recurso que traz não sei donde. Comem, farofafam as fofocas e (dá sim uns brigares mais) e tocam fundo, não: fundo não dá, dá de leve na ferida da Família, bagunçando a Casa de Mãe Joana. Tudo oquêi? não pra mim não, não abobóro direito ao fogo debaixo da brasa, esta que fica por baixo da cinza... Como não resolvo, no momento, entenda-se, como, deixo para outro capítulo.


VII – A brasa pra sua sardinha
Uma vez quis saber da sardinha, eu Abóbora a abobrar as coisas. De fato, fui curto e grosso: Mãe Joana, o que faz o... pus reticências pra não me complicar a vida, pois responder-me-ia “O Senhor que cuide de suas galinhas (no que eu retificaria na hora: abóboras ou jerimuns:) isso mesmo que o Senhor disse, cuide de sua vida”. Por isso não perguntei direto, dei direito ao uso das reticências usando eu antes as reticências. Ela me respondeu sim como toda mãe; apregunte à mãe do maior assassino entre os delinquentes presos, os soltos a mãe negará prontamente ser criminosos; e ela dirá que o filho tem uns lindos olhos, contará quando muito as peraltices em moleque. Mãe esconde o saber, ou por saber que não sabe, ou por supor não saber sabendo demais ou... ou por ser mãe. A Mãe afirmou respondendo perguntando: nãodifícil arranjar emprego! Mãe costuma em qualquer circunstâncias ter razão, dei-lhe razão. Porém, razão sobre razão, uma tonelada de razão não merazão nem diz onde a razão está. Argumento que anos a fio se foram plantio crescimento floração secamento, agora apanha da fruta, e nada de trabalhar; nem o Pedro nem os Malasartes da Casa! Entretanto... Não, esse entretanto é maldade de quantas abobrinhas existirem. Opto pela maldade: como ter os bens que o pessoal tem sem o trabalho digno! Não me importo com o maná, hoje não deve mais cair ou cai pouco do céu. Respondem-me as dúvidastudo vem do labor joânico. Será?

VIII Antes de pecar mais, um aliviozinho
Até aqui a abobrar as coisas, coisas como o poder da Mãe, os ainda não destroços da Casa, os membrosvários a malasartear as coisas, exigir e mais exigir, cobrar debater criar problema para a Joana a fazer virar a casa e a mãe a confusão da Casa de Mãe Joana, cheiinha de oquêis pra todos ladosenfim vimos os membros, foi isso que se viu, não vendo mas percebendo de entender das coisas. Faltou a bagunçar mais o coreto das abóboras com pedigrís na nobreza jerimúnica, faltou um elemento, que falta nessa novela cachorra (perdão oh vira-lata!) uma faltinha de nada, nada adiantando no atraso o pensar-se que darei, eu Doutor, o enigma, a razão primeira e virginal como pedra de toque ao escrito. Não. Sim, fica pro final a tornar o final mais gostoso. Credo! Trata-se dele. Ou haveria família! Antigamente quando qualquer abóbora era macha pra valer, se me dissessem o que digo agora, brigava. Digo, o homem é apenas um fertilizador e, depois, num tá nem aí, sobra à fêmea parir cuidar e às vezes, como ocorre com Mãe Joana, tadinha, a tratar da homarada pra que a homarada fique soltando papagaio, o qual a tevê xinga e exige seja pipa na rua; e brincar na rua, e conversar fiado na rua, a rua que sabemos é uma via pública e ninguém tem nada com isso, mesmo alardeando aboborices mais, com pedigrí e tudo. Os membros a poder brincar de adulto. Adulto quando não briga é porque não anda a conversar; da conversa vem a brincadeira, da brincadeira vem o disse que falaram e – a briga. Conversa vai conversa vem... e o agradozinho prometido!? péra lá, pô. Não que tinha, tem, tem macho nessa Casa? Pois tem, isto a razão de haver os filhos, ou se pensa que a Joana iria inventar uma partenogenesinha particular a povoar a Casa! Nem crê, deve crer até pode crer, nem crê no Espírito Santo, que a teria fertilizado na falta de homem; homem não faltava, não falta; e este o agrado prometido antes. O homem dela também tem o direito ao desemprego a conversa-fiada a ficar pela via pública pra baixo e pra cima (mentira, a rua da Casa é plana e horizontal) enfim, a nada fazer de útil (nova mentira deslavada, ele faz vez por outra a janta, ou esquenta o almoço que a esposa fez antes de ir trabalhar ou madrugou no fogão para tanto). Não fazer mas botecar, verbo que todas abobrinhas entendem como falar mole no bar da esquina. Não faz, a fazer tanto quanto o restante da Casa. Com um porém: todos comem se vestem se alegram, entristecem decerto a Mãe, doidinha a se esfolar no serviço da loja ou seja o que for, onde batuca a conseguir uns trocados para sustentar todos os seus. Todos. Sim, Elona, que é pequena e bela, também come, tem esse direito. E briga com todos direitos direito, direitinho. Até acabar.

IX – Acabar o que, o fim!
Não prometi um enigma? Coloquemos pingos nos ii – o enigma, não sua decifração. Visto dessa forma aboborescamente falando, correto digamos; partamos ao que me provoca, provocou certamente provocará, me provoca o ser. Mais pingos neles. Todos vivem todos comem todos se divertem todos brincam aproveitando-se a brigar também, pois ninguém é de ferro a viver no céu e no paraíso da Casa, às custas da Mãe Joana; até a mãe, que é mãe da Mãe, a qual não lamenta quando perto da filha que é a Mãe; e os de fora dentro a exigir como pensionistas com direito a voto. Todos com direito, não a falar em veículos: todos têm seus carros, um que outro zero-km e alguns têm os de empurrar na rua pra pegar no tranco. Bem. Todos. Não ela, a Mãe não tem, tem de ir de ônibus trabalhar aos machos da Casa poderem estrilar melhor, isso: ainda por cima no por baixo estrilam têm luxinhos e tudo o mais. Alguém tem bem a sustentar o lar; bem. E donde sai (aqui o enigma faz tempão prometido; não me cobrar soluções, soluções não tenho, eu Dr.Abóbora) sim, donde sai o numerário a receita para adquirir bens, o Malasartes então: este vai passear de noite volta ao sol doutro dia, a Mãeaquele negócio de mãe não ver as coisas e pôr panos quentes – a Joana falando em termos de ‘Fulaninho’ sai pra namorar uma ricaça e precisa combustível precisa dinheiro à gastança com a rica, se esta existir pois as abóboras temem situações mui encontradiças na sociedade e no submundo da sociedade. Enfim mamãe sustenta tudo, deste filhote e dos outros mais. Com um salário-mínimo... não: um e meio dizem os informes. Mas não tem nada não, tudo oquêi. Agora, não pedir mais aos doutores às abóboras aos jerimuns, ou enfureço-me: crio outro capítulo!
Marília   julho  2005



         



           

Nenhum comentário :

Postar um comentário